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18 Jan Aberta 14–19h

Baginski

Paulo Climachauska

PAULO CLIMACHAUSKA (São Paulo, 1962) vive e trabalha em São Paulo, Brasil.Licenciou-se em História e Arqueologia pela Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo.

As suas obras de desenho e instalação resultam da acumulação e encadeamento de operações de subtracção. As formas reproduzidas apontam referências para a Arquitectura Modernista, entre outros temas, fazendo a ligação das operações matemáticas com a lógica da economia capitalista: “Na exegese do projeto conceitual de Climachauska, subtrair é excluir e retirar. Todas as operações de realização material do signo são económicas […] A inscrição da crise social – o deficit por excesso de subtração – é sua metáfora para a imobilidade social, o atraso nas relações sociais e a má distribuição de renda.” [Paulo Herkenhoff].

Expõe desde 1991, destacando-se do seu percurso as exposições individuais 1ª Mostra de Programa de Exposições 2013, Centro Cultural de São Paulo em 2013; Zonas de Contacto, Paço das Artes, São Paulo em 2010; Projecto Parede, Museu de Arte Moderna de São Paulo e The First, Moderna Musset, Estocolmo ambas em 2004 e Project 01, Park Gauflstrafle, Hamburgo, Alemanha em 2003.

Das exposições colectivas, destacam-se as participações em Espelho Reflectido, O Surrealismo e a Contemporânea Brasileira, Centro Cultural Hélio Oiticica, Rio de Janeiro e 7SP Seven Artists from São Paulo, C.A.B. – Contemporary Art Bruxelas, Bélgica, ambas em 2012; Cosmopolitan Routes, Collects Latin American Art, Museum of Fine Arts de Houston em 2010; Arte Contemporânea – Aquisições Recentes, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Bloomimg Now, Toyota Municipal Art Museum, Toyota, Japão ambas em 2008; Gabinete de Desenhos, Museu de Arte Moderna de São Paulo em 2007.

Mencione-se, actualmente, a residência artística e exposição na 3ªVancouver Biennal, no Canadá, tendo ainda integrado as bienais de Havana em Cuba, Lima no Peru, de Cuenca no Equador e de Fortaleza e São Paulo no Brasil.

O seu trabalho encontra-se representado nas Colecções da Cartier Fondation pour l’Art Contemporain em Paris, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Instituto Cultural Itaú, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Museu del Barrio em Nova Iorque e ainda na Colecção Gilberto Chateaubriand, entre outras.